A destruição da energia livre nos continentes. Brasil

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A destruição das instalações que produziam energia livre não aconteceu apenas na Rússia ou em alguns países europeus. Este processo ocorreu em todos os continentes, exceto por alguns pequenos atrasos causados pela distância entre estes continentes.

Vamos começar a considerar esta ação no continente sul-americano, por ser um dos lugares mais distantes dos centros da civilização do século 19. Como é do conhecimento de todos, o continente então estava dividido em colônias.

O maior e mais desenvolvido país do continente sul-americano é o Brasil, ex-colônia de Portugal. E o que sabemos sobre ele, além da abundância de macacos selvagens? Absolutamente muito pouco. Fontes oficiais afirmam que o país recebeu o seu nome a partir de uma ilha fantástica, presente em muitas lendas européias e situada em algum lugar no Atlântico. Navegadores, vendo estas terras, pensaram por muito tempo que haviam descoberto somente uma ilha e assim a chamaram. O Brasil era também o sonho de Ostap Bender (personagem da literatura russa), o país do futebol e do café solúvel. Bem, e em geral, termina o nosso conhecimento sobre o país. Em razão da distância e do alto custo, rotas turísticas russas para o Brasil são pouco comuns, embora se diga que exista muito a ser visto. Mas vamos observar não o que existe lá agora, e sim o que havia há cem anos atrás. Mais especificamente, vamos olhar para a estranha arquitetura e dispositivos tecnológicos preservados em numerosas fotos de arquivo. A distância do continente provavelmente contribuiu para que muitos destes dispositivos de segurança sobrevivessem (pelo menos aparentemente) até a segunda metade do século passado, enquanto na Europa eles seriam totalmente demolidos durante os anos 1920-1930. Além disto, as propriedades destes dispositivos, ao contrário por exemplo da Europa, podem ser julgados apenas através de fotografias. Então, vamos começar.

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Rua Marechal Bittencourt, São Paulo, Brasil, 1920

Como você pode ver, nas ruas de São Paulo à esquerda estão postes comuns com fiação e, à direita, postes mais altos que não possuem fios. Mas a foto é de 1920, quando já havia telégrafo. Talvez seja isto?

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Rua Edgard Ferraz, São Paulo, Brasil, 1920

A mesma imagem, com a diferença que ao lado há ainda outra coluna com um suporte semelhante ao das luminárias. É possível que tenham feito consertos na rede de iluminação e tenham esquecido de retirar o antigo poste.

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Rua Tenente Lopes, São Paulo, Brasil, 1920

Aqui a mesma coisa, embora você possa observar, de perto, que o número de barras horizontais nas travessas dos postes da direita diminui de cinco para dois a partir do terceiro poste. E onde colocaram os fios quando eles foram suspensos? Eles teriam ido para algum lugar? À esquerda, os fios elétricos simplesmente entram na casa com o habitual “ranho”, sem travessas laterais e grampos. Aparentemente a vida não complicou a vida para si mesma.

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Rua Amaral Gurgel, São Paulo, Brasil, 1920

Aqui, da mesma forma, apenas nossos postes estão agora à esquerda. O número de barras horizontais nas travessas diminui e os fios não se ramificam em nenhum lugar. E talvez não o façam nunca. E deveriam? Se eles são necessários apenas para trazer um campo (de energia) mais próximo dos vasos que estão no edifício à esquerda, tudo se encaixa novamente. Evidentemente é outro exemplo do funcionamento do sistema de transmissão de energia atmosférica através do éter. A verdade, aqui presente, é que fios reais para esta casa também já foram trazidos do poste à direita. Como vemos, a globalização está em pleno andamento. Ou naquele tempo as casas ainda usavam ao mesmo tempo dois sistemas de fornecimento de energia, ou o sistema etéreo não funcionava mais (para quebrá-lo, bastava demolir a instalação da cúpula no início da linha). Isto está bem claro e muitos artigos já foram escritos a respeito, mas existem ainda algumas fotos curiosas.

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Rua Uruguaiana, vista do Largo da Carioca. Rio de Janeiro, Brasil

Por que estas barras transversais tiveram que ser levantadas tão alto (spoiler - para que sua altura esteja no mesmo nível da instalação à direita)? Naqueles dias não havia absolutamente nenhuma necessidade em fornecer tal gabarito somente para a passagem de carros ou veículos de transporte, e fazer a manutenção de tais postes às vezes era complicado.

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Rua Sete de Setembro, Rio de Janeiro, Brasil

A julgar pela escala visual, e de acordo com a altura média de uma pessoa, a altura deste pilar é de cerca de 18 metros (observe a lâmpada à direita e ao que ela está ligada - o material sobre este tópico está no texto abaixo). Uma vez que a altura de um andar na escala “Khrushchev” é de 2,5 m (pelo nosso conhecimento), ela corresponderia a 7 andares de um edifício padrão de cinco andares. Por que estas dificuldades? A resposta só pode ser uma - o campo destes pilares era usado apenas em prédios altos, que geralmente eram de propriedade de pessoas ricas.

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Rua 15 de Novembro, São Paulo, Brasil

Como você pode ver, os pilares têm a mesma altura, com uma instalação interessante no telhado, que é uma instalação na qual o fim da linha vem dos pilares. É possível que as casas nesta rua possuam um mesmo dono, e que ele tenha criado toda a rede de engenharia. Esta é uma foto muito interessante. Há trilhos para o bonde, mas não há fios por baixo. No prédio à esquerda, há uma lâmpada elétrica e os fios não correspondem a ela. E todas as casas têm um mastro posicionado em um ângulo de 60 graus em relação ao chão. Mas vamos voltar a eles.

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Rua Sergipe (demolições) e rua Maracanã, Rio de Janeiro, Brasil, 1922

Olhe atentamente para o lugar marcado em vermelho. Estes não são isolantes da rede de 6/10 kV, e com tal formato é difícil de fixar os fios a eles (a forma não é projetada para cargas e impacto de fios). Então o que é isto? Obviamente, estas são as mesmas mini cúpulas com uma substância chamada "tain" (amálgama de estanho). Pendurada ligeiramente abaixo, há uma caixa. O que é isto? Para o transformador, é muito pequena. Não há fios no topo. Isto é uma espécie de transição do fio para o ar? Parece muito desafiador, mas outra coisa não me vem à mente.

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Rua Conde de Baependi, Rio de Janeiro, Brasil, 1906

A situação é semelhante aqui. Vários fios chegam aos isolantes localizados acima das barras horizontais. Nada incomum, exceto pelos itens localizados sob as barras. O que é isto? Ninguém usa tal construção transversal nos suportes de passagem, pelo menos no fornecimento de energia. E novamente a caixa suspensa. Se o suporte tivesse uma inclinação na direção do fotógrafo, alguém poderia pensar que era um ponto cego, mas não há fio ou rede. Sim. Mas vamos em frente.

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Passeio Público, Rio de Janeiro, Brasil

Preste atenção às luzes suspensas na construção da cúpula. Elas são claramente elétricas. A julgar pela dificuldade de acesso, elas são ativadas remotamente. No entanto, não há nenhum fio adequado para elas. Isto só pode ser explicado pelo fato das luzes estarem trabalhando em um esquema de circuito único, utilizando ligações metálicas que se estendem a partir da cúpula. Por que razão foi necessário iluminar as cúpulas, é difícil dizer. Muito provavelmente era iluminação decorativa.

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O mesmo pode ser observado nesta foto. As luzes estão fixadas ao elo de metal que sai do prédio. Não há acesso humano a elas e não estão ligadas a tubos de gás ou fios. Uma característica específica das luzes a gás é que elas têm uma malha de metal sobre o topo que as protege contra  quedas. Esta grade não é visível aqui. Então, neste caso, não temos exatamente as luminárias usuais.

Em geral, em todas as fotografias de cidades e vilas observadas, o Brasil parece avançado em termos de uso de eletricidade atmosférica.

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Rua Riachuelo, Rio de Janeiro, Brasil
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Rua Uruguaiana e Largo da Carioca, Rio de Janeiro, Brasil

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Rua Uruguaiana, Rio de janeiro, Brasil, 1907
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Avenida Rio Branco, Rio de Janeiro, Brasil
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Enseada de Botafogo, Rio de Janeiro, Brasil
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Avenida Beira Mar, Rio de Janeiro, Brasil

Devo admitir que os diversos tipos de usinas de geração de eletricidade na foto foram vistas aqui pela primeira vez. Realmente foi tudo levado pela globalização?

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Avenida Rio Branco, Rio de Janeiro, Brasil

Em geral, torna-se claro que no Rio de Janeiro, durante a segunda metade do século 20, todas as configurações das cúpulas estão seguramente ativas. Até mesmo as torres são aquelas que foram, por exemplo, abatidas na URSS, literalmente antes da década de 1930. Muito estranho. Mas isto não é tudo.

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Rua Nossa Senhora de Copacabana, Rio de Janeiro, Brasil, 1911

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Rua da Saúde, Rio de Janeiro, Brasil
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Praça Municipal, Rio de Janeiro, Brasil

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Também no Brasil, durante a primeira metade do século XX, estão ativos, com sucesso, os famosos quiosques comerciais descritos em artigos anteriores. A cúpula destas bancas era em si uma instalação para a produção de eletricidade, que era usada ali apenas para iluminação interna. Como referência, na URSS eles foram liquidados junto com a NEP (Nova Política Econômica proposta em 1922), e substituídos depois pelas barracas "Soyuzpechat" e "Uralochki", por várias décadas.

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Preste atenção, os fios elétricos passam pela lanterna e não entram na casa. Mas isto não é o interessante e, sim, a abundância de mastros de metal saindo das paredes do edifício em ângulo. O que é isto? Algo semelhante existia em quiosques musicais e projetos de antigos faróis. E aqui é utilizado em massa. Podemos notar que estas são as mesmas mini cúpulas presentes neles e nas travessas de postes sem fio. Estas mini cúpulas são introduzidas através do mastro (ou postes) na área de atividade do campo de energia e, em seguida, transferem este campo para a estrutura metálica do edifício ao qual estão ligadas. Aparentemente, para melhorar as características dos dispositivos terminais, o comprimento destes mastros, ângulo de inclinação e ponto de fixação são selecionados experimentalmente de acordo com o princípio de três P, caso contrário, é difícil explicar porque são tão diversos. Sem a presença de postes sem fio na rua, estes mastros geralmente são desnecessários e inúteis.

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Rua São Bento, São Paulo, Brasil

Aqui, na verdade, a mesma coisa. A extremidade inferior dos mastros está eletricamente conectada à estrutura metálica dos prédios nos lugares mais convenientes. Talvez esses postes complementem a energia existente diretamente sobre o telhado.

Outro objeto interessante atraiu a atenção.

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Avenida Beira Mar, Rio de Janeiro, Brasil

Há um cano, mas não há casa de caldeira. Bobagem alguma. Verificado a partir de ângulos diferentes, é definitivamente um tubo independente. E nele também não há braçadeiras ou vestígios de fumaça. Projeto semelhante foi encontrado anteriormente no prédio de elevação de água do sistema de abastecimento de água da cidade de Murom, do Império Russo. Exceto que era no extremo oposto do globo. Tão pequeno é o nosso mundo. Conforme nos lembramos, a água no dispositivo dos poços era recolhida por bombas, que eram alimentadas pela voltagem gerada por uma coluna de pé, semelhante a uma chaminé. E o sinal da coluna era enviado por uma estrutura de cúpula que havia sobre a montanha. A água alimentou gratuitamente a cidade durante todo o tempo da existência do cano de água - de 1865 a 192? - (não se sabe o ano), e foi fechado devido às exageradas alegações de condições insalubres, para que os mesmos canos continuassem a transportar a mesma água suja, por dinheiro.

Vamos ver, talvez aqui encontremos esta estrutura de cúpula na montanha. Na verdade, não foi necessário procurar.

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Avenida Beira Mar, Rio de Janeiro, Brasil

Se excluirmos o erro da perspectiva e da paralaxe, então, além desta igreja, não há nada parecido. E que tipo de igreja é essa?

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Este local foi reconstruído com alguma dificuldade. O litoral, desde aquela época, estendeu-se fortemente em direção ao mar. O nível da água diminuiu ou a praia foi artificialmente criada.

Mas não é este o ponto. Esta igreja é agora chamada Igreja Católica de Nossa Senhora da Glória e permance localizada onde estava. E no lugar do tubo ou coluna (como esperado) - nada. A igreja é um pouco estranha.

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A sensação é de que se tratava de um edifício utilitário comum, como um armazém ou depósito, que desempenhava funções técnicas bastante triviais e que, após ligeiro e cosmético reparo interno, sem muito investimento, transformou-se em casa de oração. Mas dói a decoração simples do interior deste templo. E a construção do edifício é mais parecida com a sala de antigos faróis às margens de mares e oceanos. Como você pode ver, tudo é destruído ou reconstruído.

No entanto, se você olhar agora para fotos modernas de cidades brasileiras, não encontrará nada do que foi dito acima, a menos que possa haver cúpulas de edifícios antigos, mas sem torres. E o que aconteceu aqui, de fato aconteceu em todo o mundo: uma certa força gradualmente destruiu todo o legado técnico do passado, introduzindo equipamentos de um tipo diferente e substituindo o método intensivo de obter energia extensiva para obter lucro. E isto aconteceu em escala global, com pequenos atrasos em alguns lugares. Não há nada a ser feito, globalização é globalização. Vamos considerar que isto é apenas um imposto sobre o analfabetismo técnico.

E como sobremesa, quero sugerir a observação do interior de uma das simples casas brasileiras do início do século XX. Olhe para as luminárias.

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Separadamente, observe a aparente ausência de fiação e de interruptores.

Em vista de todos os itens acima, só se pode concluir uma coisa: as tecnologias do passado foram desenvolvidas em todo o mundo, mesmo nas colônias. E elas também foram destruídas em escala mundial, de acordo com um único cenário.

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